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Semana de Oração pela Unidade Cristã

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Na terça-feira dia 10/05, na comunidade Nossa Senhora do Caravággio, do Bairro Triângulo, aconteceu a primeira celebração ecumênica, da qual participaram a Igreja Católica Apostólica Romana, representada por fiéis, padre Vinicius Fedrizzi Caberlon, Dom Alessandro Ruffinoni, bispo diocesano de Caxias do Sul, padre Kleiton Penna e a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, representada por seus fiéis e pelo pastor Alex Baumbach; que juntos rezaram pedindo pela unidade dos cristão, para que haja unidade na fé dentro da diversidade.unidade-06

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Batizados de maio de 2017

bat-0705-01Neste sábado dia 07 de maio, na Igreja matriz Nossa Senhora Mãe de deus de Carlos Barbosa, foram acolhidas 26 crianças, que passaram a integrar a família de Deus ao receber o batismo, ministrado pelo padre Kleiton Pena, as crianças foram apresentadas pelos padrinhos e pais das mesmas, que em nome das mesmas solicitaram o batismo, prometendo que estão desempenhando sua missão de pais e padrinhos, ensinando a estas crianças os primeiros passos, e conhecimentos sobre Deus, sobre a fé e sobre a Igreja.bat-0705-05
Foram batizadas as crianças: Caetano, Davi Luiz, Gabriel, Rafaela, Eduardo, Valentina, Vitória, Otávio, Brayan de Almeida, Henrique, Kayque, Lucas, Helena, Davi Lorenzo, Luca Lorenzo, Manuella Antunes, Manuela Emer, Gabriela, Brayan da Rosa, Laura, Carline, Lis, Henrique, Emanuelle, Ana Luisa e Davi Inácio.bat-0705-06

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Jubileu dos Sinos da Matriz

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Foi celebrado com uma Santa Missa, neste sábado os cinquenta anos da consagração dos sinos da Igreja Matriz.

A comemoração iniciou com o toque dos sinos, a reza do "Angelus" seguido da missa celebrada pela padre Ricardo Fontana que completou 16 anos de sacerdócio nesta data e Padre Vinicius Fedrizzi Caberlon.

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Na oportunidade foi lembrada a necessidade da restauração dos sinos, devido ao perigo que os mesmo ofereciam e com isto eles voltaram a tocar e assim deve acontecer por um longo tempo, feito ainda o agradecimento a todos aqueles que tornaram possível a compra dos sinos e agora a sua restauração
Ao final ainda foi lembrada brevemente a história dos sinos contada por Ezelindo Migotto.

 

Capitel de Santa Bárbara

capite-barbaraPor que da existência deste capitel?
Os primeiros moradores de Torjno e Santa Clara, sofriam muito por causa das tempestades, raios e trovões, que provocavam prejuízos e deixavam a todos assustados e principalmente as crianças, mas muitos adultos também temiam muito, por causa de sua incidência ser constante, trazendo sempre apreensão quando nuvens escuras eram avistadas no horizonte.  Foi diante desta situação que alguns moradores tomaram a decisão de construir um capitel em honra a Santa Bárbara, já que a mesma era conhecida por todas como a intercessora, á qual se pedia proteção contra o perigo dos raios, tempestades e ventanias,  Assim foi que Valentim Baldasso, Biaggio Dalmás e José Dalmás, construíram o capitel em honra à Santa em 1921, e foi substituído por um de alvenaria inaugurado em 1963.

Mas quem foi Santa Bárbara e porque é invocada como protetora contra raios e trovões?

Santa Bárbara era filha de pais pagãos, nasceu na atual Turquia, pequena participava de rituais pagãos, mas aprendeu a amar a Deus observando a natureza, o céu, o sol, as estrelas e todas as maravilhas da terra. Cresceu bela e inteligente e aprendeu os valores cristãos a ponto de apegar-se a eles com toda a força da alma. Assim, instruída no cristianismo às escondidas, recebeu o batismo.

barbaraMas chegou o dia em que seu pai tomou conhecimento disso. A princípio, tentou persuadi-la a voltar aos valores pagãos com argúcia e artimanhas. O tempo foi passando e nada de Bárbara render-se. As pressões sobre ela aumentaram e a sua desobediência também. Até que, um dia, o pai a agrediu fisicamente, com castigos severos. Bárbara resolveu fugir de suas mãos e escondeu-se numa gruta.

Foi encontrada por dois pastores e entregue ao pai, que a maltratou, novamente, de maneira terrível. Estava apenas começando o seu sofrimento e martírio. Nada conseguindo, o pai a entregou ao governador romano Marciano.

Impressionado com a beleza da jovem, o governante, a princípio, evitou maltratá-la. Tentou a tática da conquista, não somente para sua religião como também para si. Nada conseguiu e a jovem começou a ser flagelada sadicamente, várias horas seguidas, durante dias inteiros. Conta-se que jamais se ouviu uma queixa ou lamento.

Segundo a tradição, Bárbara era confortada e tratada à noite por um anjo, de tal modo que no dia seguinte se apresentava a Marciano como se nada lhe tivesse acontecido durante o dia anterior. Tanto foi seu sofrimento que uma outra jovem cristã se ofereceu para tomar o seu lugar. Tinha vinte anos de idade e seu nome era Emiliana. Não conseguiu substituí-la, sendo depois morta no mesmo dia que ela.

Nessa ocasião, foi seu próprio pai que lhe serviu de carrasco. O golpe da espada paterna fez rolar sua cabeça e nesse instante foi fulminado por um raio que caiu sobre ele. Tudo isso transcorreu no século III.

Por isso, até hoje, santa Bárbara é invocada a proteger seus devotos durante as grandes tempestades de raios e trovões. A cristandade do mundo todo a homenageia com a escolha do nome no batismo, também emprestado para várias cidades que a têm como padroeira. A sua tradicional festa acontece no dia 4 de dezembro.

Cinco passos para incentivar a independência dos filhos

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Diante de notícias em jornais e na televisão sobre adolescentes envolvidos com situações de infrações e aumento de reincidências, de filhos que matam pais ou irmãos por motivos considerados, muitas vezes, inexplicáveis, uma pergunta se faz necessária: onde isso tudo começa?

Alguns respondem que começa na vulnerabilidade das famílias; outros, no modelo de ensino das escolas ou numa sociedade onde predomina o ter e não o ser. Os estudiosos com uma visão sistêmica observam que todas essas causas impactam, pois vivemos um modelo dicotomizado, no qual, muitas vezes, essas instâncias não se falam adequadamente, não somam, mas dividem forças.

Por isso, cada dia mais se torna premente uma reflexão sobre os limites que são trabalhados pela família e pela escola. Muitas vezes, os pais terceirizam para escola uma postura de tornar as crianças independentes, desde o simples ato de tirar a chupeta, as fraldas, até mesmo lidar com sentimentos de decisões diante de situações da vida.

O primeiro passo é ajudar o filho a construir uma autoimagem boa e, acima de tudo, mostrar a ele que adquirir uma estima adequada ajuda no processo de decisões, facilita a independência, ajuda na hora de se posicionar contra coisas erradas oferecidas por outros. O ensino que é oferecido nas escolas complementa o adquirido no lar e, a partir dos relacionamentos entre familiares e colegas, podemos e devemos exercitar o nosso direito de escolhas.

Não existem fórmulas mágicas, mas um mapa que pode ajudar os pais.

O segundo passo é construir valores que forneçam balizamento no momento de decisão, pois a norma nós podemos burlar, mas é difícil lutar contra valores e crenças introjetadas, pois estas falam sempre mais alto que as nossas ações. E são mais difíceis de serem derrubadas quando confrontadas com as do mundo.

O terceiro passo é a atitude que a família tem com a criança, que deve ser de ensiná-la no lugar de fazer por ela. No entanto, é mais fácil amarrar o tênis do filho do que ensiná-lo a amarrar; porém, ao longo do tempo, isso o ajudará a ter independência física.

O quarto passo é o corte emocional que muitos pais têm com os filhos. Eles não querem que seus filhos cresçam e construam suas vidas, precisam de filhos infantilizados para se sentirem úteis.

O quinto passo é construir a independência emocional. Segundo Cury (2003): “Hoje, bons pais estão produzindo filhos ansiosos, alienados, autoritários, indisciplinados e angustiados”. Muitas vezes, a família, que deveria ser um espaço de aprendizado, torna-se um lugar de apelos para o consumo desenfreado, para a violência, para o sexo sem limites que, na ótica do autor, são “estímulos sedutores que se infiltram nas matrizes de sua memória (…). Os pais ensinam os filhos a serem solidários e a consumirem o necessário, mas o sistema ensina o individualismo a consumir sem necessidade”.

:: Como preparar seu filho para lidar com a frustração :: Eduque seus filhos com valores :: O uso da tecnologia por crianças e adolescentes e seus riscos Não basta, então, ser bom pai, é preciso participar da construção emocional dos filhos, elogiar e criticar o comportamentos dos pequenos, como fortalecimento da formação deles. Lembrando que as ações dos adultos são as maiores fontes de aprendizado das crianças.

Nessa construção, existem pais autoritários com dificuldade de diálogo e demonstração de afeto. Estes se apegam às regras e não fazem um trabalho de troca de razões para tomar decisões, gerando crianças com alto grau de dependência e acostumadas a imposições paternas. Por outro lado, temos o inverso: pais muito tolerantes, afetivos e chegados ao diálogo, mas com dificuldade de colocar limites, chegando a ser permissivos diante de desejos e das condutas inadequadas dos filhos.

Portanto, se quisermos ter filhos com atitudes independentes, não devemos ser nem autoritários nem permissivos, mas democráticos, ou seja, demonstrar afeto e diálogo, mas com equilíbrio nas suas ações, estimulando a independência e reforçando valores. Pais democráticos fazem com que os filhos cumpram as regras de acordo com a idade de cada criança, mas demonstram flexibilidade quando é preciso voltar atrás.